Mostrando postagens com marcador fim de ano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fim de ano. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de dezembro de 2010

2010


2010 - só consegui fechar 3 freelas;
2010 - engordei quase seis quilos;
2010 - cheguei a correr 6,5km;
2010 - casamento foi salvo;
2010 - mais cabelos brancos;
2010 - sobrevivi a mudanças drásticas no trabalho;
2010 - resgatei a minha fé, por isso acredito que 2011 será o ano!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Áries - Por que é assim?



Porque sim ou porque não podem ser a resposta. Mas é fatal que no fim do ano, pessoas da nossa intimidade, talvez afetadas pelo natural estresse dos 364 dias ainda vividos no mesmo ano, tenham a capacidade de nos ferir. De modo natural e depois de te mandar a merda, pedir para alcançar o prato de batatas, como se fosse mais normal ainda.
Bem, explico algo particular, assim como Cazuza, sou Áries ascendente em Áries. O próprio Cazuza deu uma definição sobre arianos, tida por mim como a mais real: Áries não bate na porta, arromba e depois vê o que tem...às vezes belas surpresas, mas nem sempre encontramos coisas e pessoas legais.
Raiva. É outra característica nata. Mas passa, juro que passa, porém, nos cinco minutos acometidos pela ira, pratica assassinatos e se compraz pelo sofrimento e dor da vítima.
Generosos sim, arianos são bons de mandar, mas melhor em obedecer, soldados fiéis e que dão a vida pelos que acreditam e honram. Caraca! Nunca fiz uma descrição tão espelho como essa.
Pioneiro, com espírito de desafio, também se cansa fácil. E ando muito, muito cansada, de aturar mesmo, colocando em cheque a fama de impaciente dos arianos. Por que é assim?

sábado, 26 de dezembro de 2009

DE SACO CHEIO



Não é só o Papai Noel que deve reclamar, mesmo que intimamente às renas e gnomos que o ajudam, de sempre estar de saco cheio. O dele tem data e ocasião para ser esvaziado. Independente do que ele carrega e para quem, goste ou não, tenha sido bonzinho ou "do mal", o Noel trata de voltar para a Lapônia (isso né?) com seu saquinho vazio.
O meu continua cheio, mas não posso sair por ai despejando o conteúdo nos endereços e ouvidos errados. Na verdade, ninguém pediu os "presentes" do meu saco, mas ai veio a idéia: escrever. O blog é meu, faço o que quiser, escrevo como quiser e lê quem quiser.
Entre várias porcarias que não sei bem o motivo, carrego nesse saco são os desgates com repórteres, principalmente do interior. Já tentei método gentileza, não tô nem ai e grosseiria da braba, mas assim mesmo, o resultado é negativo. Umazinha de Cascavel colocou na matéria "a assessora de imprensa Ronise Vilela (eu) declarou que, blá, blá, blá". PQP! a coleguinha desconhece que não precisa citar o nome do assessor, eu represento a assessoria. Não deu outra, liguei dia seguinte e perguntei qual faculdade que ela tinha cursado, para pedir intervenção do sindicato, em permitir que uma instituição formasse uma jornalista que não sabia o básico. Outro, que graças a Deus se formou em Direito e passou na OAB (torci muito por ele, juro!), virou persona non grata, com pautas maquiavélicas e nunca claras. Pedia informações sobre o azul, mas na verdade o assunto era sobre o tom vermelho. Estresse geral com a chefia. E o mais novo vilão, é um cretino de Maringá, cujo lema é "tenho 20 anos de jornalismo". Engraçado, tudo isso de tempo e nem aprendeu a sequer falar com um colega.
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Noutra camada do saco estão as atribuições múltiplas da mulher, que sei lá quem disse, conquistou sua independência. Mas o pé, braços, pernas, tronco, continuam na cozinha, na área de serviço. Sem contar que ainda precisam do shopping, mercado, escola, trabalho, salão e mecânico.
E finalmente, o lugar das emoções estão espalhados pelo saco. Saudades, frustrações, desespero, ilusões, raiva, e não consegui achar em nenhum cantinho, os meus sonhos. Eles foram massacrados pela quinquilharia que carrego inutilmente. O que fazer com esse saco tão cheio? Jogar no mar na passagem de ano? Estourá-lo? Sei lá, mas preciso minimizar o peso daquilo que não me acrescenta, não me alegra, não me faz crescer. Ainda não encontrei a solução, mas pensar sobre isso, confesso, já me alivia bastante o fardo.