
No fio da navalha, vou tratar sobre o tema tão debatido, tuitado, blogado, papeado desde o último domingo: o repúdio à emissora global. EU, não acredito na essência do movimento; na vilanice da reportagem; no endeusamento ao técnico da Seleção Brasileira e de que, realmente, brasileiros e brasileiras não queiram assistir o jogo na PLIM!PLIM! porque se trata da provável besta apocalíptica!
Quero ver mesmo, é se o brasileiro fica sem assistir o Jornal Nacional e as novelinhas de gente pelada, traindo marido em cada esquina, recebendo mensagens do além e ditando moda de cabelos, roupas e o pior, de comportamento.
Nessa historinha toda de dimensões titânicas, fomentadas pelas redes sociais e por um desejo sádico de espancar cachorro morto, percebo uma coisa bem triste. A falta de solidariedade com os colegas jornalistas. Nem sou fã dos repórteres envolvidos na questão, mas vejo outros jornalistas batendo palmas num teclado de "bem feito" e me soa sabe o quê? inveja e dor de cotovelo.
Quem já trabalhou em qualquer veículo de comunicação de massa sabe o que é ter uma exclusiva, o que se faz para isso, a relação com fontes, de forma honesta, profissional, é claro. E qual jornalista não gostaria de estar cobrindo uma copa do mundo? Céus! Isso é realidade!
Eu também já levei cacetadas públicas de entrevistados cuja posição social era de destaque, e sempre me resolvi com eles. Nesse episódio não tem vilão nem mocinho, porque houve arrogância dos dois lados! #prontobloguei
Em tempo: e que tal um dia sem ligar a TV. E em vez disso, ler um livro, passear pelo seu bairro, conversar com um amigo ou até dormir. Você pode!