segunda-feira, 18 de março de 2013

Rotatórias, o drama dos motoristas curitibanos - #ComoVejoCuritiba

Um dos maores dramas dos motoristas curitibanos é a rotatória.Todos se acham na razão, para variar. Então a lição básica: a preferência é de quem já está circulando na rotatória. Bem, mas ai é que reside o drama: os espertinhos (leia-se FDP) se atracam durante a trajetória do veículo na rotatória e ai a buzina curitiboca "beeeeeeeeeeee" grita, ou então, uma batida ou o xingamento da perua do Citröen ou dos carro de tiozão.

Passo todos os dias por 3 rotatórias. Quase uma expert!

Essa 1ª é perto da Sociedade Urca


A 2ª depois do Museu do Olho


E por fim, a rotatória próxima a Prefeitura

quinta-feira, 14 de março de 2013

Prefeitura #ComoVejoCuritiba

Outra foto da série #ComoVejoCuritiba - a Prefeitura Municipal de Curitiba, onde sou vizinha de trabalho.

Prefeitura, Prefeitura, onde alguns órgãos do mesmo poder não se comunicam. Urbanismo, Finanças e Meio Ambiente. Tenha alguma rusga com IPTU ou construção de imóvel, que você entenderá o problema. Outro dia eu conto ou faço matéria a respeito.



terça-feira, 12 de março de 2013

Prédios Públicos - #ComoVejoCuritiba

Como Vejo Curitiba #ComoVejoCuritiba vai ser uma registro cotidiano, despretensioso sobre flagrantes da cidade durante meu percurso. Já fui anti-Curitiba, sou meio curitiboca e hoje estou na onda de ser Curitiba full time, mas sem bairrismos, prometo.


Foto: Prédios Públicos do Centro Cívico, o bairro que mais amo nessa cidade, e onde trabalho também. Os prédios de vidros fumê do Ministério Público e Secretaria da Segurança Pública. (by Ronise Vilela)


quarta-feira, 6 de março de 2013

A morte de Chorão

Duas mulheres sentadas no ônibus.
Uma disparou: "você viu quem morreu?" - numa fração de segundos imaginei 'que legal, o povo comenta a morte de Chavez' - e a outra, "o carinha do Charlie Brown?" Dai eu fiquei de boca aberta e me aproximei.

A de olhos pintados de azul, modelo As Panteras da década de 70/80 perguntou:
- Morreu de quê?
- Drogas, só pode, disse a de cabelos presos.
- Esse povo tem que se drogar até morrer né? Usar uma coisinha de vez em quando não faz mal, mas sempre!
- É. Mas você já notou que pobre não morre de overdose?
- Verdade. Falou a pantera fake tirando um celular branco da bolsa.
- E essa lei que não permite você internar drogado? Só se a pessoa permitir. Avá! Quando que um noiado vai querer ser internado?
- Verdade. Repetiu a de sombra azul.
Desci do ônibus e comecei a cantar "Se não eu, quem vai fazer você feliz?
Se não eu, quem vai fazer você feliz? Guerra!" antes de postar a manchete do dia Chorão, do Charlie Brown Junior, é encontrado morto

domingo, 3 de março de 2013

Django Livre, Tarantino preso

Não sou crítica de cinema, mas sou jornalista, então a palavra crítica tem sua validade (ou não). Sou fã de Tarantino, mas quando Tarantino é Tarantino. E ele só é Tarantino em Django, depois que finalmente matam Calvin Candie interpretado por Leonardo Di Caprio. Sangue, bang bang, ironia e clichês (cena dos encapuzados) e na revelação, para mim, do verdadeiro vilão, que no caso, acho Samuel L. Jackson como o capachão x9 Stephen. Ah! e em Django há um dos procurados chamado Gerald Nash, que, segundo teorias de Tarantino (AQUI) foi patrulheiro assassinado no roteiro de Tarantino em Assassinos por Natureza.

Faroeste é um gênero discutível, quando se teve na vida atores como John Wayne e Clint Eastwood e até Giuliano Gemma. Django se arrasta e Tarantino sem seu roteiro quebra-cabeças tem que comer muito feijão para deixar a história interessante. Django na mão de Stanley Kubrick, certamente ganharia o Oscar, mesmo torcendo para Argo, que ganhou a estatueta merecidamente. Django ficaria até melhor com Steven Spielberg. Não estou aqui dizendo que Tarantino é limitado, mas que ele tem uma marca registrada, isso ele tem. Não babo ovo por Cães de Aluguel, que deu start na carreira cinematográfica de Tarantino, tenho Beatriz Kiddo como minha super heroína predileta e acho Pulp Fiction magnífico pela trilha sonora e o retorno de John Travolta.

Tarantino, admiro sua coragem por Django. E não é à toa que foi indicado para cinco categorias. Levou a de roteiro original e de melhor ator coadjuvante, o soberbo Christoph Waltz como Doc. King Schultz, aliás melhor que o protagonista Jamie Foxx, o Django.

Assista Django, mas não é um filme imperdível. Argo é!