Hoje foi a estreia da minha coluna no Bem Paraná Família & Crianças, que trata sobre comportamento.
Reproduzo no blog, o material sobre palmada educativa.
Palmada educativa: será que realmente um tapinha não dói?
Por muitas gerações, as crianças ficaram na condição de escondidos no quarto, sob cuidados da babá ou das mães, sem se intrometer em conversa de adulto, na filosofia "criança não tem querer". Os pequenos foram saindo no cantinho e hoje ocupam o maior espaço da casa, do tempo e da preocupação dos pais e educadores.
Há quem vilanize essa nova geração, apontando crianças como tiranos. E o velho debate volta à tona: a palmada educativa funciona ou não? Sou da época dose filhos que levavam palmadas, sempre depois de insistentes pedidos dos pais para melhorar comportamento. E a variação da "surra" era chinelada, cinta e castigo. Nada violento, no que se trata de excessos. Aparentemente, essa turma não carrega traumas.
Entretanto, a psicologia infantil seguida dos direitos da criança, universalizou a educação no conceito "não diga não", "não bata" e a reclamação recorrente é de que vivemos tempos em que filhos mandam nos pais.
Por um lado, os defensores do sempre aberto diálogo, acreditam que a palmada educativa é ineficiente e só reproduz um ciclo de não saber lidar com a desobediência infantil. "Já acreditei que fosse possível uma palmada que não significasse agressão, só correção, mas desde que meu filho nasceu repensei e não acredito em "palmada educativa". O ato de dar uma palmada é o de bater, é uma agressão e é uma violência contra a criança, que é vulnerável. Por mais que a intenção seja educar, ensinar ou corrigir, não se torna menos violento ou mais aceitável.
Precisamos pensar formas mais conectadas e empáticas para ensinar, respeitando a capacidade de compreensão e resposta daquela criança. Acredito que isso diminui expectativas e pressões de ambos os lados", justifica a advogada Melina Caldani, de 29 anos, mãe de Miguel de 1 ano.
Em contrapartida, o engenheiro Tito Silveira, de 36 anos, pai das adolescentes Sarah e Rebecca de 16 e 14 anos, respectivamente, conta que era permissivo com as filhas. "Eu acreditava que a única solução possível para todos os conflitos familiares que necessariamente surgem da necessidade de se impor limites na educação era o consenso, o diálogo, a criteriosa exposição de prós e contras de cada atitude. Olhando retrospectivamente, vejo quantas vezes eu aceitei comportamentos completamente fora dos minimamente razoáveis em prol dessa visão e o quanto eu tentei impor conceitos éticos e morais complexos para crianças ainda naturamente imaturas demais para tanto", detalha Tito que mudou sua atitude e usou da palmada educativa. "Especificamente em relação à punição física, também aprendi que jamais ela deve ser ministrada com raiva (aliás, nenhum tipo de castigo deve nunca ser ministrado com raiva) e que, em muitos casos, e desde que usada de modo judicioso, a chamada "palmada educativa" funciona bastante bem como delimitador de fronteiras comportamentais que não devem ser transpostas pela criança.".
A psicopedagoga Soraya Costa também pondera a palmada como algo aceitável, de acordo com as circunstâncias. "A palmada aplicada como forma de dizer que o comportamento é inadequado, seguida concomitantemente de um tom de voz firme, ausente de gritos, faz com que a criança entenda o que fez de errado, pois a sua percepção de certo e errado é totalmente distante da nossa", analisa a pedagoga, que usa seu própria exemplo.
"Particularmente usei a palmada no meu filho, quando este começou a andar aos 9 meses, pois não partilho da idéia de que devemos retirar do campo visual da criança toda e qualquer coisa para que ela não venha a mexer, e possivelmente machucar-se". Dei sim, uma leve palmada em sua mão, sucedendo-se um "não" e assim que retirou a mão do objeto que tentava tirar do lugar foi aplaudido e ouviu um "muito bem". Tentou mais duas vezes e a palmadinha ou psicotapa, como costumo chamar, foi utilizada e ele entendeu que não podia mexer nos objetos que estavam ao seu alcance, e este comportamento estendeu-se a outros lugares que não fossem a sua casa. Aqui se apresenta a relação estímulo-resposta, onde todo comportamento indesejável é imediatamente repreendido e elogiado quando ocorre a mudança para o que se deseja. Assim sendo, fica mais uma vez a pergunta:- é a palmada uma agressão ou a hora e a forma com que ela é dada é que a transformam num ato violento? Palmada com amor, sim. Palmada dada com raiva, esta sim, considero uma agressão sem precedentes", concluiu Soraya.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
O que eu quero com o Brasil?
EDUCAÇÃO sempre foi o pilar que mais acreditei na construção de uma sociedade justa, esclarecida e autônoma.
EDUCAÇÃO em discurso político sólido foi o que creditei meu voto, campanha, como no caso de Leonel Brizola, especialmente com o respaldo do grande Darcy Ribeiro
EDUCAÇÃO! EDUCAÇÃO! EDUCAÇÃO!
Para mim essa é a diretriz, o restante se divide em Segurança Pública e Saúde, não adianta detalhar.
Eu simplesmente acho absurdo ter que pagar para uma criança ter um ensino mínimo de qualidade, e as escolas particulares entulharem currículo disso e daquilo, para justificar os preços das mensalidades, cada vez mais abusivos.
Eu fui do tempo em que estudar em escola pública era selo de qualidade. Quem estudava em escola particular era apontado PPP (Papai Pagou Passou), eu recebia material escolar, merenda, livros. Livros!!!!
Hoje se gasta mais de um salário-mínimo em livros, mais um trilhão em materiais cuja utilidade é questionável!
No país que eu sonho, desejo e luto por meio do meu trabalho, o Poder Público teria que ofertar em período integral, educação de qualidade em todo o Ensino Fundamental, no caso até o 9º ano, no mínimo!
As bibliotecas seriam abarrotadas de livros e a leitura mensal de pelo menos um título seria obrigatória. Ateliês de arte variados, muita Educação Física, voluntariado. Com professores graduados e suas especializações pagas pelo Governo.
Uma vez, um secretário de estado com quem trabalhei, muito lúcido em suas análises, disse que o mundo teria que ser reinventado para terminar com a criminalidade. Um criminoso não entra "no mundo do crime" do dia para noite. É lá, quando está na fase escolar, sem vaga na escola, com pais trabalhando o dia todo, que ele fica perdido. Nesse ponto começa a malandragem e ai, a criança sem escola absorve a filosofia ganho mais dinheiro roubando do que trabalhando ou estudando.
Eu não preciso aqui, com exceção ao Brizola, que sempre me empenhei na causa quando ainda estava na luta, revelar minhas tendências políticas, mas se eu tenho um grito para dar nesse onda de protestos:
“Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca.”
―Darcy Ribeiro
EDUCAÇÃO em discurso político sólido foi o que creditei meu voto, campanha, como no caso de Leonel Brizola, especialmente com o respaldo do grande Darcy Ribeiro
EDUCAÇÃO! EDUCAÇÃO! EDUCAÇÃO!
Para mim essa é a diretriz, o restante se divide em Segurança Pública e Saúde, não adianta detalhar.
Eu simplesmente acho absurdo ter que pagar para uma criança ter um ensino mínimo de qualidade, e as escolas particulares entulharem currículo disso e daquilo, para justificar os preços das mensalidades, cada vez mais abusivos.
Eu fui do tempo em que estudar em escola pública era selo de qualidade. Quem estudava em escola particular era apontado PPP (Papai Pagou Passou), eu recebia material escolar, merenda, livros. Livros!!!!
Hoje se gasta mais de um salário-mínimo em livros, mais um trilhão em materiais cuja utilidade é questionável!
No país que eu sonho, desejo e luto por meio do meu trabalho, o Poder Público teria que ofertar em período integral, educação de qualidade em todo o Ensino Fundamental, no caso até o 9º ano, no mínimo!
As bibliotecas seriam abarrotadas de livros e a leitura mensal de pelo menos um título seria obrigatória. Ateliês de arte variados, muita Educação Física, voluntariado. Com professores graduados e suas especializações pagas pelo Governo.
Uma vez, um secretário de estado com quem trabalhei, muito lúcido em suas análises, disse que o mundo teria que ser reinventado para terminar com a criminalidade. Um criminoso não entra "no mundo do crime" do dia para noite. É lá, quando está na fase escolar, sem vaga na escola, com pais trabalhando o dia todo, que ele fica perdido. Nesse ponto começa a malandragem e ai, a criança sem escola absorve a filosofia ganho mais dinheiro roubando do que trabalhando ou estudando.
Eu não preciso aqui, com exceção ao Brizola, que sempre me empenhei na causa quando ainda estava na luta, revelar minhas tendências políticas, mas se eu tenho um grito para dar nesse onda de protestos:
“Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca.”
―Darcy Ribeiro
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Do caos a uma boa idéia
Então gente, desde minha saída do batente nesta sexta-feira, às 13 horas, tive cerca de uma hora de vivência supra realista, ao estilo Bridget Jones.
A rotina de sair da redação, dar um toque no celular do marido para avisar que em 10 minutos tô passando para levar a filha na escola, PÁF!, piso numa poça semi-olímpica. Liga o carro e a umidade curitibana, deixa câmbio volante, tudo engordurado, ARGH!
Chego no portão do condomínio, depois de driblar uns 400 motoristas tongos em dia de chuva, sobe a filha, marido vai ao volante e eu pulo para o lado, porque antes, eles vão me deixar na dentista, que vai extrair um 3º molar, recém curado de uma lesão de furca e que me deixou a semana inteira com a cara do Kiko do Chaves.
Marido diz que vai aguardar a ligação para me buscar. Faço OK, até perceber que deixei o celular dentro do carro. Chego no consultório, foi cancelado. Não tem água. Beleza, peço um "telefone emprestado", está sem linha. OK, linda e toda de preto, quebrado pela sombrinha multicolorida, pergunto para o guardador de carros onde tem um orelhão nas redondezas. "Ih, amiga, os que tinham por aqui foi tudo quebrado", ai gastei uns 2 minutos de #papocomopode, enfrentei umas três quadras de subidinha e vi o telefone público. Tentei umas 200 vezes fazer uma ligação, mas, NBCDLJJFBFG FJGFJGBF, NADA! Não funcionava e um temporal avançou sem dó nem piedade. Juro! Eu ri!
Fui a uma banca de revistas e perguntei para o mocinho se ele sabia onde tinha um orelhão ali perto. Ele coçou a cabeça. Gente, quando você faz uma pergunta e a pessoa coça a cabeça, caia fora, ela não sabe de nada.
Raciocinei: 'marido vai perceber, sim ele vai, que meu celular ficou no console do carro e vai me buscar no lugar onde me deixou. Ai, como sou inteligente!'
E num rompante de fé eu disse para mim mesma, 'não reclamei, estou molhada, sem comer, com consulta cancelada, sem celular e continuo rindo, bem que um'..TCHAM! encontro minha vizinha querida. Eu abraço ela de tanta emoção, ela retribui mas não entende nada e me empresta o celular. Ligo para o marido, ele estava a caminho, para me dar o celular. A vizinha oferece carona, mas eu digo que marido tá chegando. "Você foi um anjo!", ela e a filhinha lindinha vão embora na hora que marido chega. Vou ao mercado e o total dá compra da exatamente R$ 51. O caixa me olha e diz: "boa idéia hein!"
A rotina de sair da redação, dar um toque no celular do marido para avisar que em 10 minutos tô passando para levar a filha na escola, PÁF!, piso numa poça semi-olímpica. Liga o carro e a umidade curitibana, deixa câmbio volante, tudo engordurado, ARGH!
Chego no portão do condomínio, depois de driblar uns 400 motoristas tongos em dia de chuva, sobe a filha, marido vai ao volante e eu pulo para o lado, porque antes, eles vão me deixar na dentista, que vai extrair um 3º molar, recém curado de uma lesão de furca e que me deixou a semana inteira com a cara do Kiko do Chaves.
Marido diz que vai aguardar a ligação para me buscar. Faço OK, até perceber que deixei o celular dentro do carro. Chego no consultório, foi cancelado. Não tem água. Beleza, peço um "telefone emprestado", está sem linha. OK, linda e toda de preto, quebrado pela sombrinha multicolorida, pergunto para o guardador de carros onde tem um orelhão nas redondezas. "Ih, amiga, os que tinham por aqui foi tudo quebrado", ai gastei uns 2 minutos de #papocomopode, enfrentei umas três quadras de subidinha e vi o telefone público. Tentei umas 200 vezes fazer uma ligação, mas, NBCDLJJFBFG FJGFJGBF, NADA! Não funcionava e um temporal avançou sem dó nem piedade. Juro! Eu ri!
Fui a uma banca de revistas e perguntei para o mocinho se ele sabia onde tinha um orelhão ali perto. Ele coçou a cabeça. Gente, quando você faz uma pergunta e a pessoa coça a cabeça, caia fora, ela não sabe de nada.
Raciocinei: 'marido vai perceber, sim ele vai, que meu celular ficou no console do carro e vai me buscar no lugar onde me deixou. Ai, como sou inteligente!'
E num rompante de fé eu disse para mim mesma, 'não reclamei, estou molhada, sem comer, com consulta cancelada, sem celular e continuo rindo, bem que um'..TCHAM! encontro minha vizinha querida. Eu abraço ela de tanta emoção, ela retribui mas não entende nada e me empresta o celular. Ligo para o marido, ele estava a caminho, para me dar o celular. A vizinha oferece carona, mas eu digo que marido tá chegando. "Você foi um anjo!", ela e a filhinha lindinha vão embora na hora que marido chega. Vou ao mercado e o total dá compra da exatamente R$ 51. O caixa me olha e diz: "boa idéia hein!"
domingo, 19 de maio de 2013
Qual é o seu signo? Uma leitura divertida sobre o zodíaco
Estava naquele estado de surrealismo esta manhã, quando você ainda está meio acordado, meio dormindo (e segundo eu li, Salvador Dalí pintava nesse estágio 'entre o real e o onírico'), quando me surgiu a ideia de um post que relaciona frases conhecidas com os os signos do zodíaco.
Depois de beber um balde de café com leite, veio o post completo.
ÁRIES- Penso, logo insisto (frase original - Penso, logo existo, René Descartes)
TOURO - Tô certo ou tô mais certo (frase original - Tô certo ou tô errado, Sinhozinho Malta em Roque Santeiro)
GÊMEOS - A Rutinha é boazinha a Rachel é má (Tonho da Lua em Mulheres de Areia)
CÂNCER - Minha pedra ametista, minha cor amarelo, mas sou sincero... (Toda a letra de Bijuterias de João Bosco)
LEÃO - Espelho, espelho meu, existe no mundo alguém alguém mais bela(o), inteligente, amiga(o), querida (o)....do que eu? (frase original - Espelho, espelho meu,existe no mundo alguém mais bela do que eu? - Madrasta da Branca de Neve
VIRGEM - Que o trabalho seja perfeito, para que mesmo depois de sua morte, ele permaneça. (Leonardo da Vinci)*
LIBRA- Eu não freqüento clubes que me aceitem como sócio (Grouxo Marx)
ESCORPIÃO - Cortem-lhe a cabeça! (Rainha de Copas em Alice no País das Maravilhas)
SAGITÁRIO - Freedom, You've gotta give for what you take (Freedom 90 de George Michael - Liberdade,
Você tem que dar pra ter o que quer)
CAPRICÓRNIO - Hasta la vista, baby! (Arnold Schwarzenegger, em Exterminador do Futuro)
ÁQUARIO - A vingança é um prato que se come frio, mas eu posso esquentar no micro-ondas (Frase original, A vingança é um prato que se come frio - antigo provérbio Klingon)
PEIXES - Ser ou não ser, eis a questão. Buá!!!! (Hamlet de Willian Shakespeare)
*Virgem é tão perfeitinho, que não dá nem para fazer piada!
Depois de beber um balde de café com leite, veio o post completo.
ÁRIES- Penso, logo insisto (frase original - Penso, logo existo, René Descartes)
TOURO - Tô certo ou tô mais certo (frase original - Tô certo ou tô errado, Sinhozinho Malta em Roque Santeiro)
GÊMEOS - A Rutinha é boazinha a Rachel é má (Tonho da Lua em Mulheres de Areia)
CÂNCER - Minha pedra ametista, minha cor amarelo, mas sou sincero... (Toda a letra de Bijuterias de João Bosco)
LEÃO - Espelho, espelho meu, existe no mundo alguém alguém mais bela(o), inteligente, amiga(o), querida (o)....do que eu? (frase original - Espelho, espelho meu,existe no mundo alguém mais bela do que eu? - Madrasta da Branca de Neve
VIRGEM - Que o trabalho seja perfeito, para que mesmo depois de sua morte, ele permaneça. (Leonardo da Vinci)*
LIBRA- Eu não freqüento clubes que me aceitem como sócio (Grouxo Marx)
ESCORPIÃO - Cortem-lhe a cabeça! (Rainha de Copas em Alice no País das Maravilhas)
SAGITÁRIO - Freedom, You've gotta give for what you take (Freedom 90 de George Michael - Liberdade,
Você tem que dar pra ter o que quer)
CAPRICÓRNIO - Hasta la vista, baby! (Arnold Schwarzenegger, em Exterminador do Futuro)
ÁQUARIO - A vingança é um prato que se come frio, mas eu posso esquentar no micro-ondas (Frase original, A vingança é um prato que se come frio - antigo provérbio Klingon)
PEIXES - Ser ou não ser, eis a questão. Buá!!!! (Hamlet de Willian Shakespeare)
*Virgem é tão perfeitinho, que não dá nem para fazer piada!
sábado, 11 de maio de 2013
Aprendendo a ser mãe
Ouço agora Bolero de Ravel , acho que a evolução da música combina,ou melhor, retrata muito bem como se aprende a ser mãe. Não, mãe não é esse ser divino, imaculado e sem margem de erro que a sociedade judaico-cristã e o marketing nos ensinou. Mãe se aprende a ser. Sempre. Todos os dias.
Mãe sente medo, raiva, um contínuo cansaço, mas nunca arrependimento.
A maternidade para mim em vários níveis foi libertadora, sim, mesmo precisando usar minhas longas madeixas presas, e enfim cortá-las para ser mais prático, dormir menos de quatro horas por noite, porque minha filha mamou até 1 ano de idade como uma recém-nascida,o que significa que, a cada 3 horas eu dava o peito. Fiquei sem ver meus filmes, meus amigos, até conseguir retomar o ponto.
Agora saio, mas tenho vontade de voltar. Sou mãe empolgada, e olha, isso só aconteceu com 38 anos e mesmo na fase 4.0 tenho energia (nível moderado) para encarar as peripécias de Alice. Fiz um blog, MÃE SÓ MUDA DE ENDEREÇO, com a finalidade de explorar o universo materno, compartilhar experiências, mas hoje é só um diarinho mesmo, que talvez no futuro ouça: "credo mãe, que coisa mais démodé!"
Ser mãe para mim foi uma escolha. Todas as escolhas tem perdas e ganhos. Meu saldo é positivo.
Eu não deixei a Ronise essência de lado. Eu me reinventei. Esse é o barato da coisa. Porque agora um pouco maior, Alice me vê como sou, com meus valores, meu gosto musical, minha visão política, como me visto, como é minha rotina de jornalista, sabe que tenho plantões aos domingos, que quando digo "não me atrapalhe", isso é um aviso, mas pode se tornar uma ordem. A lista é grande, mas nesse Dia das Mães, o espaço será mais ocupado no meu coração na minha condição materna.
Tudo bem, ainda tem o vazio da ausência da minha mãe. Não vai dar para esquecer!!!!!
E sobre minha mãe... Quase tudo sobre minha mãe, 3 anos sem Rosa

Eu e Alice
Mãe sente medo, raiva, um contínuo cansaço, mas nunca arrependimento.
A maternidade para mim em vários níveis foi libertadora, sim, mesmo precisando usar minhas longas madeixas presas, e enfim cortá-las para ser mais prático, dormir menos de quatro horas por noite, porque minha filha mamou até 1 ano de idade como uma recém-nascida,o que significa que, a cada 3 horas eu dava o peito. Fiquei sem ver meus filmes, meus amigos, até conseguir retomar o ponto.
Agora saio, mas tenho vontade de voltar. Sou mãe empolgada, e olha, isso só aconteceu com 38 anos e mesmo na fase 4.0 tenho energia (nível moderado) para encarar as peripécias de Alice. Fiz um blog, MÃE SÓ MUDA DE ENDEREÇO, com a finalidade de explorar o universo materno, compartilhar experiências, mas hoje é só um diarinho mesmo, que talvez no futuro ouça: "credo mãe, que coisa mais démodé!"
Ser mãe para mim foi uma escolha. Todas as escolhas tem perdas e ganhos. Meu saldo é positivo.
Eu não deixei a Ronise essência de lado. Eu me reinventei. Esse é o barato da coisa. Porque agora um pouco maior, Alice me vê como sou, com meus valores, meu gosto musical, minha visão política, como me visto, como é minha rotina de jornalista, sabe que tenho plantões aos domingos, que quando digo "não me atrapalhe", isso é um aviso, mas pode se tornar uma ordem. A lista é grande, mas nesse Dia das Mães, o espaço será mais ocupado no meu coração na minha condição materna.
Tudo bem, ainda tem o vazio da ausência da minha mãe. Não vai dar para esquecer!!!!!
E sobre minha mãe... Quase tudo sobre minha mãe, 3 anos sem Rosa

Eu e Alice
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