Essa menina ou menino maroto, que às vezes se esconde no limbo da alma. Nunca vai embora, está dentro da gente, mas, nos fazemos de rogado quando vivemos somente a turbulência. Ele, ou ela está lá, quietinha, quentinha e aprazivelmente reconfortante.
A dita cuja parece aquele objeto que você fica em desespero por não encontrar e está no lugar mais óbvio possível. E a gente só enxerga, só encontra, quando respira fundo e sai da nuvem.
Que bom que você voltou. Estava com saudade desta PAZ!