sexta-feira, 23 de julho de 2010

Do Twitter

Peguei essa do twitter e resumiu tudo prá mim: @cherguevara: é irreversível quando reticências viram ponto final.

domingo, 18 de julho de 2010

Selinho



Não sou muito simpática a esse negócio de selinho, mas o BLOG MULHER de 40 sempre é tão presente, que acharia grosseiro não aceitar.
Mas da brincadeira, eu só faço a indicação dos 10 blogs que mais curto:
- Caminhante Diurno
- Pergunte ao Pixel
- Denise escreve
- Com disfarce, sem bagagem
- Quebreaqui
- Blog do Marco Jacobsen
- Blog Mãe só muda de endereço
- Elo Amarelo
- Fio de Ariadne
- From South to Hell

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Eu corro


Depois de Tom Hanks em Forrest Gump , a imagem da personagem "Run, Forrest. Run!", para mim, resume o start de quem começa a correr.
O esporte em minha vida sempre teve seus altos e baixos. Parte da minha carga genética está ligada ao futebol: pai e primos gaúchos fizeram a vida com a bola. Sempre foram atletas. Irmão joga rugby e até minha irmã teve umas passagens pelo atletismo.
Eu nunca fui "aquela" aluna em Educação Física, mas também estava longe de ser do time das tapadas. Era boa mesmo no caçador.
Na adolescência inventei de jogar volei, era moda. Fui treinar no Sesc, mas não sobrevivi uma semana. As meninas eram umas cavalas e davam cortadas fenomenais. Eu, tadinha, com 1,62 cm de altura, quase passava embaixo da rede. Ai desisti mesmo desse troço de atleta e tive um longo período de vida junkie. Fase Rô Bordosa.
Comecei a fazer caminhadas, é uma boa, mas é desculpa para dizer que faz alguma atividade física. Antes de engravidar, comecei a fazer yoga e achei maravilhoso. Sonho com a volta. Não te deixa esbelta, nem atleta, mas ensina a respirar direito, a manter postura e equilibrar a tal da ansiedade. Fiz até yoga para gestantes no Sesc da Esquina e foi MA-RA-VI-LHO-SO! Sem papos espirituais e bicho-grilescos, foi com Cassiane, uma instrutora que trabalha com todo o universo maternal. Bom demais!
Contudo, foi depois de me tornar mamis, que resolvi correr. Não tive dificuldades para perder os 12 quilos adquiridos na gravidez, mas a gente sempre tem medo de virar uma baleia. Então, depois do terceiro mês do nascimento de Alice, eu estava com meu peso antes da gravidez, e perdi mais sete na seqüência. Comprei a revista Runners e adaptei o treino. Comecei com caminhadas de meia hora. Depois, um mês correndo um quilômetro e fui aumentando cada quilômetro, de acordo com o desenvolvimento das corridas, três vezes por semana. Quando percebi, em seis meses estava correndo 5 quilômetros, exatamente há um ano. E a glória foi quando um amigo convidou para correr o circuito 5 e 10 km que teve no Rebouças. Fiz inscrição, fui retirar o kit um dia antes da prova, o crachá com o número e o chip para colocar nos tênis. No dia seguinte, apesar do inverno, o domingo estava ensolarado. Acordei 7 horas, comi granola com banana, aqueci e fui com o amigo. Aquele movimento de semiatletas, pseudo-atletas e atletas profissionais me fez sentir estar num outro universo. Mas não fiz pose, tipo ou gênero.
Dada a largada, meu amigo que já corria 10km me orientou a dar passadas leves, no primeiro quilômetro foi assim, depois sai do ritmo de jogging e comecei a correr. Quando chegou no quilômetro 3 e a marcação era visível, o psico começou a pegar. Ou seja, enquanto eu não tinha noção do quanto havia corrido não me preocupava com isso, mas a partir do momento em que cada 500 metros era descrito, o bicho começou a pegar. Peguei um daqueles copinhos de água que distribuem na corrida, dei um gole e jogei fora. No km 4, desespero, um monte de corredores acelerando a passada e eu me esbaldadando em suor. Comecei a ver pontinhos pretos. Meu amigo desacelerou e perguntou se estava tudo bem. Nessa hora vi a linha de chegada, só mais 500 metros. Puxei o ar e run Ronise! run! Corri com a obstinação de uma atleta olímpica, passei, ganhei medalhinha de participação. Legal. Passada uma semana, foi disponibilizado na internet o tempo dos participantes. Na modalidade que corri, feminino 5km, 280 mulheres. Fui na lista de baixo para cima, afinal era a primeira vez que corria na vida, assim em competição e nada. Não vi meu nome. Pensei "putz, nem listada fui". Então resolvi ler de cima para baixo até, ops, Ronise Vilela, 28o. lugar. O quê? Vi umas 150 vezes e foi real 28o. lugar em 30 minutos os 5 km. Nasce uma atleta.
Cheguei a fazer 7 km no ano passado, correndo constantemente, mas os acontecimentos abruptos da vida me impediram psicologicamente de cumprir essas tarefas, retomadas pós-carnaval deste ano. Agora, chegando novamente aos 5km, mas acho que o tempo vai reduzir para 28 minutos. É, sou assim, competitiva!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Homens podem ser amigos das mulheres?


Primeiro sobre o símbolo Yin-yang da gravura ao lado. A grosso modo, a filosofia chinesa o Yang é o princípio ativo, diurno, luminoso, quente, masculino, enquanto o Yin representa o princípio passivo, noturno, escuro, frio, feminino. Também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos.
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No meu instinto feminino, não acredito na absoluta e irrestrita amizade de um homem por uma mulher. Assim, sem nenhum desejinho! Lógico, salvo os casos da opção sexual do seu amigo ser por outro amigo. No sentido oposto, acredito que a mulher é capaz de ter te uma amizade por um homem sem qualquer desejo de foro íntimo.
Mas, independente do meu parecer a respeito, amizades masculinas dão uma leveza, um gosto de irmão e eu tenho sorte, meu irmão Juba é muito meu amigo. Daqueles meninos que serviriam, pelo menos para mim, para ser amigo. Sabe ouvir, mostrar o contraditório e dar um prognóstico quase sempre certeiro.
Eduardo. Por onde anda esse meu amigo da adolescência? Estudamos juntos no cursinho, fazíamos montanhismo, depois teatro e ele casou com uma amiga minha, que eu apresentei. E nunca mais nos vimos. Perdi dois amigos. Menina geralmente não gosta de que seu companheiro mantenha os vínculos com as amigas, talvez no íntimo, sempre achar que rolou alguma coisa. Ou é pura implicância feminina.
Cleversom, com "M" mesmo no final, companheiro das bebedeiras em Gross Point - Tenesse. Nós nos reencontramos ano passado pelo MSN, e ele usou um código muito particular que identifiquei na hora: "se você for a Rosemires me adiciona" , ou algo assim. A gente se chamava por nomes esdrúxulos, para se avacalhar. Coisas de amigo.
Fábio. De amigo a editor. Especialista em dar "aquela" força, quando você está prestes a completar 30 ou 40.
Marco. Casou, perdi total.
E...tcham, tcham, tcham, tcham! Kako. Também perdi. Casei com ele. Entendeu a desconfiança?

quinta-feira, 1 de julho de 2010