Esse post não é uma tese, nem um pacote fechado de conceitos, mas uma constatação pessoal. Assim com penso que o mundo se divide em pessoas que procuram motivos para fazer e outras para não fazer; umas que dão importância para X, outras para Y, outras para X e Y e ainda, aquelas que nem X, nem Y ou qualquer coisa parecida, trato aqui sobre gente esforçada e gente inteligente, segundo Ronise Vilela.
Particularmente, sempre me enquadrei no rol das pessoas esforçadas, daquelas que precisam suar para suas conquistas, sempre cheia de pedras, rochas e montanhas para utrapassar, escalar ou simplesmente chorar, mas sem desistir.
Pessoas esforçadas precisam estudar e se debruçar nos livros;
As inteligentes apenas captam no ar e já absorvem o conteúdo
Os esforçados ter que planejar a dieta, a viagem, as finanças, porque em caso contrário, se atrapalham;
Os inteligentes comem pouco, adoram uma planilha, mapas e GPS.
Gente esforçada clica o mouse no botão direito, seleciona o texto, clica em copiar e depois em colar;
Bem, a elite é no Ctrl C Ctrl V
O esforçado em si aprende uma receita, corta tudo, pica, cozinha, faz coisas em banho-maria, descasca;
Nem preciso dizer que o inteligente sempre é casado (a) com alguém super cozinheiro (a) ou então, inventa suas próprias receitas.
A lista é grande e não quero comparar aqui quem é melhor ou pior, é uma questão de tendência, talvez DNA ou esforço - olha eu ai sempre esticando o simples. Entretanto, percebo um saldo nos inteligentes que sempre me intrigou: eles desistem fácil ou não chegam até o fim. Desperdiçam chances, das quais daria minha vida por umazinha só que fosse.
São mentes diferentes, atos muito pessoais, mas sempre me esforço para entender cada um. É meu jeitinho.