Sem fôlego. Demora digerir, mas é uma obra de arte.
Mais sobre o filme AQUI
sábado, 30 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Curitiba sou assim com você!
Já houve uma confusão sobre meu nascimento e registro, mas nasci em Curitiba. No Hospital de Clínicas. Minha primeira casa foi no Abranches, na Rua Mateus Leme. Depois morei em diversos lugares do Sudeste e Sul do Brasil. Retornei com 10 anos.
Morei novamente no Abranches, em outra casa na Rua Mateus Leme, com pausa de quatro anos de faculdade em Ponta Grossa, novo retorno. Morei na Rua 13 de Maio, nos fundos das Ruínas do São Francisco. Mais tarde, morei na Rua Tibagi, próximo ao Teatro Guaíra e hoje estou pertinho do Parque São Lourenço.
Trabalhei no Cristo Rei, Batel, Centro, Vista Alegre, Rebouças, Alto da XV e meu adorado Centro Cívico. Sou total Zona Norte! Não chamo salsicha de vina, mas já me peguei falando penal em vez de estojo. Antigamente não tinha muito sotaque leite quente, mas hoje reconheço que o E às vezes grita! Adoro Cini Gengibirra (zero), mas não sou fã do tal pierogui. Amo os parques de Curitiba e as feiras. Já fui notívaga, mas o que eu frequentava quase não existe mais: Novak, 92, China, Bar do Joe, Frisco, Hangar, 21, Café Curaçao, Dolores Nervosa, Circus, La no Pasquale, entre outras dezenas de "bocas".
Fui do tempo do Demeterco, hoje o que seria o Mercadorama. Da Disapel, a mais simpática, do Cadeia, das balas Pica-Pau "eu sou fofinha, e eu sou Pica-Pau...", na Rádio Estação Primeira, de ir aos estádios sem medo. Vi nossos cinemas virarem igrejas, as ruas virarem pistas de corrida de carro e o centro se deteriorar.
Vi o papa João Paulo II em sua visita a Curitiba, assisti Ramones na Pedreira, vi Fernanda Montenegro no Guaíra. Já fui vítima das calçadas cuspideiras da capital, já comprei "guarda-chuva 10 real" em alguma esquina, já dublei "Borboleta 13", já fugi do mímico da XV, já comprei agulheiro da mulher com eterno bebê na Praça Tiradentes, já peguei muito madrugueiro, já ri muito do homem que vendia "banha do peixe-boi, banha do peixe elétrico", na Praça Carlos Gomes. Já comprei meia-calça de camelô da Rui Barbosa, já levei multa do EstaR e também já curitibaneei o modo "então vamos combinar", e nunca mais se teve contato.
Sou curitibana que fala sim de Curitiba, mas não admite muito que os outros falem. Gosto da cidade, de como ela está mudando e das reclamações dessa mudança. Como uma irmã, a gente briga Curitiba, mas se ama! Parabéns irmã mais velha! (finalmente!)

Patinhos do Parque São Lourenço

Vista noturna do Centro da Rua Tibagi

Natal de Luz na Rua XV
Morei novamente no Abranches, em outra casa na Rua Mateus Leme, com pausa de quatro anos de faculdade em Ponta Grossa, novo retorno. Morei na Rua 13 de Maio, nos fundos das Ruínas do São Francisco. Mais tarde, morei na Rua Tibagi, próximo ao Teatro Guaíra e hoje estou pertinho do Parque São Lourenço.
Trabalhei no Cristo Rei, Batel, Centro, Vista Alegre, Rebouças, Alto da XV e meu adorado Centro Cívico. Sou total Zona Norte! Não chamo salsicha de vina, mas já me peguei falando penal em vez de estojo. Antigamente não tinha muito sotaque leite quente, mas hoje reconheço que o E às vezes grita! Adoro Cini Gengibirra (zero), mas não sou fã do tal pierogui. Amo os parques de Curitiba e as feiras. Já fui notívaga, mas o que eu frequentava quase não existe mais: Novak, 92, China, Bar do Joe, Frisco, Hangar, 21, Café Curaçao, Dolores Nervosa, Circus, La no Pasquale, entre outras dezenas de "bocas".
Fui do tempo do Demeterco, hoje o que seria o Mercadorama. Da Disapel, a mais simpática, do Cadeia, das balas Pica-Pau "eu sou fofinha, e eu sou Pica-Pau...", na Rádio Estação Primeira, de ir aos estádios sem medo. Vi nossos cinemas virarem igrejas, as ruas virarem pistas de corrida de carro e o centro se deteriorar.
Vi o papa João Paulo II em sua visita a Curitiba, assisti Ramones na Pedreira, vi Fernanda Montenegro no Guaíra. Já fui vítima das calçadas cuspideiras da capital, já comprei "guarda-chuva 10 real" em alguma esquina, já dublei "Borboleta 13", já fugi do mímico da XV, já comprei agulheiro da mulher com eterno bebê na Praça Tiradentes, já peguei muito madrugueiro, já ri muito do homem que vendia "banha do peixe-boi, banha do peixe elétrico", na Praça Carlos Gomes. Já comprei meia-calça de camelô da Rui Barbosa, já levei multa do EstaR e também já curitibaneei o modo "então vamos combinar", e nunca mais se teve contato.
Sou curitibana que fala sim de Curitiba, mas não admite muito que os outros falem. Gosto da cidade, de como ela está mudando e das reclamações dessa mudança. Como uma irmã, a gente briga Curitiba, mas se ama! Parabéns irmã mais velha! (finalmente!)
Patinhos do Parque São Lourenço
Vista noturna do Centro da Rua Tibagi
Natal de Luz na Rua XV
quarta-feira, 27 de março de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Passo a passo de assistir Lincoln
Eu iria fazer um infográfico, mas essa não é minha praia. Então vou fazer um "gráfico descritivo" de como foi assistir Lincoln.
Valores de referência de 0 a 10 serão usados para se ter uma ideia da escala 'de humor'.
1) Começa com 5 pela expectativa de se ver um filme de Steven Spilberg e concorrente ao Oscar;
2) O 5 se mantém na primeiríssima parte, pelo belo discurso de Lincoln, cuidadosamente interpretado por Daniel Day-Lewis;
3) Sintomas de sono e se despenca para 3, podendo chegar a 0 se você previamente já estava com sono;
4) Você dorme ou dá aquelas piscadas longas;
5) Opa! Sally Field é Sally Field e você dá uma acordada 7;
6) Novas piscadelas e fica nível 2;
7) Hora da votação e dai você sobe ao pico 8;
8) Momento volta ao normal e você dorme de novo, quando acorda vê na tela THE END!
Cada oscarizável que assisto me convenço que ARGO mereceu o prêmio
Valores de referência de 0 a 10 serão usados para se ter uma ideia da escala 'de humor'.
1) Começa com 5 pela expectativa de se ver um filme de Steven Spilberg e concorrente ao Oscar;
2) O 5 se mantém na primeiríssima parte, pelo belo discurso de Lincoln, cuidadosamente interpretado por Daniel Day-Lewis;
3) Sintomas de sono e se despenca para 3, podendo chegar a 0 se você previamente já estava com sono;
4) Você dorme ou dá aquelas piscadas longas;
5) Opa! Sally Field é Sally Field e você dá uma acordada 7;
6) Novas piscadelas e fica nível 2;
7) Hora da votação e dai você sobe ao pico 8;
8) Momento volta ao normal e você dorme de novo, quando acorda vê na tela THE END!
Cada oscarizável que assisto me convenço que ARGO mereceu o prêmio
segunda-feira, 18 de março de 2013
Rotatórias, o drama dos motoristas curitibanos - #ComoVejoCuritiba
Um dos maores dramas dos motoristas curitibanos é a rotatória.Todos se acham na razão, para variar. Então a lição básica: a preferência é de quem já está circulando na rotatória. Bem, mas ai é que reside o drama: os espertinhos (leia-se FDP) se atracam durante a trajetória do veículo na rotatória e ai a buzina curitiboca "beeeeeeeeeeee" grita, ou então, uma batida ou o xingamento da perua do Citröen ou dos carro de tiozão.
Passo todos os dias por 3 rotatórias. Quase uma expert!

Essa 1ª é perto da Sociedade Urca

A 2ª depois do Museu do Olho

E por fim, a rotatória próxima a Prefeitura
Passo todos os dias por 3 rotatórias. Quase uma expert!

Essa 1ª é perto da Sociedade Urca

A 2ª depois do Museu do Olho

E por fim, a rotatória próxima a Prefeitura
Assinar:
Postagens (Atom)
