Mostrando postagens com marcador divagações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador divagações. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de junho de 2011

A difícil arte de ser você mesmo

Não. Não dá para você ser a mesma pessoa em todas as circunstâncias. Explico. Há determinadas situações em que as posturas adotadas não são exatamente àquelas que correspondem a sua própria natureza.
Quando tratamos de assuntos profissionais, negócios, geralmente o tom de voz se diferencia, a roupa usada, o cálculo de como e quando se falar, assim como se muda quando vai se fazer sexo. Cada um tem o seu modo.
Mas, o que me intriga, o que reflito aqui, é como essa postura multifacetada, que só é um mecanismo, pode mexer com nosso ser.
Uma coisa é adotar uma forma para cada ocasião, outra, é a sensação de perder a identidade. E dai me lembro dessa música NÃO VÁ SE PERDER POR AI , porque a coisa mais fácil é virar barata tonta e não saber se sai pelo ralo ou se entra debaixo da calças dos humanos.
Papo meio 15 anos essa pseudo-crise-existencial, mas percebo que a grande maioria das pessoas está blindada sobre si mesmo. Uma espécie de máscara da máscara. Por horas meigo, noutras histérico e infinitos loopings de personalidade.
É ter opinião sobre tudo, postura para tudo e impaciência e intolerância para todo o resto, para o mínimo.
Confesso que me perdi, porque sei que, se não sou um docinho de leite, tampouco sou amarga, mas, talvez, um pouco ácida. Só que isso não me difere de cada mortal, com suas características próprias, defeitos, virtudes, peculiaridades. Entretanto, sinto que as pessoas querem se globalizar, se conhecer e socializar, mas no fim das contas, optam pelo velho método seletivo, quando não aguentam as críticas e comportamentos alheios. Ou seja, a velha tribo uga-buga!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Só o rock salva!

Quando as diferenças são:
Um é dia, o outro noite;
Acordada, dormindo;
Um gosta de vinho, o outro de cerveja;
Ao acordar, ao adormecer;
Drama, comédia;
Programas ao ar livre, botecos;
Apartamento, casa;
Vida urbana, vida praiana;
Europa, Estados Unidos;
Rock´n roll: bingo!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

INSPIRATION


Assim como uma linda vela num candelabro de bronze, porém apagada, se torna apenas um ornamento;
Taças finas de vinho e vazias;
Carro luxuoso sem combustível;
E pão sem manteiga...
Ando sem inspiração para escrever no blog.
Efeito Jornalismo? É possível, este vilanesco amor que me toma, faz eu pensar diferente, agir diferente, mas eu o amo e ele assassina minha amiga, a Literatura.
E há muito tento torná-los amigos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

EM BUSCA DO ELO PERDIDO


Adoro meu apê da Tibagi, mas não sinto que vou morar mais lá. Gosto de ser assessora de imprensa do Poder Público, mas de lá não vejo perspectivas. Tenho uma rotina agradável em Curitiba, mas o custo de vida, os lugares e o frio não me permitem mais manter o amor pela cidade. E, finalmente, meu círculo de amigos e família são ótimos, mas cada um tem sua vida.
Tenho pensando muito e dar uma novo rumo ao ronise way of life. Talvez na profissão, em desbravar novas terras, novos cheiros. Aproveitar a infância da minha filha e viver no interior, não na roça e nem em comunidade alternativa, mas sem o estresse urbano, que faz tão bem, mas me consome desnecessariamente. Preciso de um plano antes do sonho. De ânimo, de uma prece, antes que o tempo se acabe e tudo termine em lamento!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A moça do supermercado


Na semana passada, no cronometrado tempo que tinha para fazer compras no mercado, pois em seguida buscaria minha filha na escolinha, enfrentar trânsito e tentar me encontrar com as amigas do twitter, fiz uma história com base nas compras de mercado de uma moça que estava na minha frente.
Ela usava esses terninos femininos, que eu abomino, e me levou a suspeitar que a moça deveria ser advogada. Moça, porque se tinha 30 anos era muito. Mas deve morar sozinha, isso, pelas compras que fazia. Tudo light e ela era esbelta, porém com cabelos lisos e pretos simples e unhas sem pintar.
Caixinha com barras de cereais (light); farináceos (light), pães e bolinho (light); margarinha e requeijão (light), produtos de limpeza versão pequena e uma transgressão: Coca-Cola NORMAL! Mais uma constatação: ela era daquelas pessoas tradicionais. Não abria mão do verdadeiro sabor da bebida. Sem as versões light, zero e o escambau. Era coca e pronto!
Certinha. Sim, era do tipo certinha. Quando abriu a carteira, de marca famosa, mas provavelmente pirata de 1ª linha, todos os cartões estavam alinhados. Cédulas da maior para menor, documentos (todos), extratos bancários dobradinhos no mesmo tamanho e pela primeira vez, vi alguém dizer que tinha o cartão Bom Clube, que acumula pontos. Nossa! talvez seja por isso que não encontrou alguém ainda!
As compras foram colocadas no carrinho em fileirinhas, a chave do carro na mão, com pinduricalhos mil e lá se foi a moça...
Depois de colocar na esteira do caixa as maçãs, bananas, batatas, iogurte, pães, caixinhas de leite e dois bombons, latas de cerveja e sucos, já tirei o dinheiro e fiquei imaginando se o próximo da fila estava fazendo o meu perfil. Garanto que sozinha, a pessoa deduziu que certamente eu não era.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Cadê meu Norte? (desabafo rápido)


Onde estou? Para onde vou? Cadê meu Norte? Perdida em devaneios, frustrações, sonhos, desejos. Isso não é poema, mas retrato do meu real e do imaginário também. Faço novena ou terapia? Tento concurso público ou jogo na loteria?
Invisto em ganhar dinheiro, um corpinho de miss ou ser mãe full time? djbdbfaklbvkdkd ou cvndfbdjfba?
São tantas as dúvidas e muitas as direções!