segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Escalada “invade” Curitiba e muda estilo de vida de adeptos

Mais uma matéria produzida para o Jornal do Estado e Portal Bem Paraná.
Confira:


No dia 15 de agosto deste ano, a paranaense Carin Marchiorato, de 29 anos, conquistou uma proeza. Ela foi a primeira brasileira a vencer um boulder com graduação V8. Não entendeu? Boulder é o nome dado para a escalada feita em pequenos blocos de rocha que exigem do escalador movimentos curtos, de explosão e extremamente difíceis, explorando força e técnica.
O esporte de aventura, muito cultuado no cinema, também vem ganhando espaço nas academias especializadas, já que alia várias qualidades na preparação fisica, como força e agilidade. Em Curitiba são três academias especializadas. E com grandes perspectivas de crescimento. Nos cursos de escalada do Clube Paranaense de Montanhismo, de cada seis alunos, dois se tornam praticantes contínuos, o que demonstra o crescimento do esporte.
“Além disso, quem se torna adepto do esporte, começa a ter um estilo de vida mais saudável, como parar de fumar e beber moderadamente, para melhorar o desempenho”, avalia Ronaldo Montalto, montanhista que pratica o esporte há 20 anos e um dos sócios da Caverna Ginásio de Escaladas — academia criada há 10 anos e localizada na área central de Curitiba, e local de treinamento de Carin.

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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Embalada pelas bandas cover de CWB

Hoje, século XXI, os críticos de plantão devem ficar de cabelos em pé ao ouvir bandas cover. Mas, foram elas que agitaram o cenário musical curitibano na década de 90.
A moda "cabeludos" e os meninos formarem uma banda, pós garage band, deixavam as meninas loucas.
Como roqueira nata, gostava muito do Novak para ver o pessoal da Gypsy Dream , com o rockão puro, visceral, aliás, acompanhei a trajetória da banda desde que eram Cavaleiros do Apocalipse (olha eu entregando a idade!). De suas composições próprias, eu não gostei de nada, mas o vocal do Rodrigo era poderoso!
Ai tinha uma coisa dominical, o Hangar, o Potato e até uma época, o bar do bosque (o qual vendi biritas durante uma temporada). Dá-lhe Adriano do Getsemani no seu modo Jim Morrison e os não covers, mas que sempre permeavam por um Cult da vida: Sue Domini (não sei se é assim que se escreve e não tive como tirar a dúvida), Skin Trade e outras zilhões de bandinhas, todas honestas (ou não), cuja proposta era levar o som para galera e as meninas pra cama, certo?
Foi um tempo bom e até a African Band teve seus 15 minutos de fama. Era banda boa com o Silveira, mas como sempre, tudo gira, o caldo entorna e agora são outros ventos, dos quais desconheço, pois há tempos não frequento a roda.
Quais são as novas?

terça-feira, 7 de agosto de 2012